O elfo doente pôs-se de pé
O vento soprado era dadiva dos deuses
O canto dos bardos
A harpa das musas
A vida esplendida
Era dadiva dos deuses
O elfo atento olhou para as árvores
O negro pardal era dadiva dos deuses
O bater das garças
O cantar dos homens
O viver dos mortos
Era dadiva dos deuses
O sangue corrente era dadiva dos deuses
O suor nervoso
O escuro aproximante
O fim inexorável
Era dadiva dos deuses.
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